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Jet Lag

O Jet lag é uma fadiga de viagem, é uma condição fisiológica que é uma consequência de alterações no ritmo circadiano. As alterações podem provocar uma mudança do trabalho do organismo. O organismo de uma pessoa está acostumado com o tempo de rotação da Terra e quando uma pessoa viaja em um avião mudando de meridiano, pode ocorrer que o dia passe mais rápido e provoque o Jet lag.


Acredita-se que a condição é o resultado do rompimento do ciclo " luz / escuridão ". Pode ser provocado por fatores ambientais. O Jet Lag ocorre como consequência de viagem através de vários fusos horários, o que se tornou comum com as viagens a jato e daí o nome em Inglês (Jet, jato; Lag, diferença de horário).

Desta maneira após uma viagem passando por vários fusos horários a pessoa se sente como se o relógio interno dela (relógio biológico) não estivesse no mesmo do horário do local. Desta maneira logo após uma viagem cruzando fusos horários há um distúrbio do sono pois a pessoa quer dormir no horário que estava habituada e não no horário local - isto denomina-se Jet Lag. Este é um tipo de Insônia pois não consegue dormir no horário que deveria.

Causa
Quando uma pessoa viaja entre vários fusos horários, o relógio biológico não fica de acordo com o horário do destino, pois o ritmo dia/noite em que a pessoa estava acostumada: o padrão natural do corpo é mudado, como por exemplo as horas de refeição, de repouso e regulação hormonal já não correspondem ao ambiente. Desde o momento da chegada no destino e adaptação ao horário local, a pessoa está sofrendo um jet lag.

A rapidez em que o corpo se ajusta ao novo horário varia de pessoa para pessoa. Enquanto algumas pessoas demoram muitos dias para se adaptar ao novo horário, outras demoram poucas horas para fazê-lo. Não é considerado jet-lag viajar por apenas uma ou duas zonas de fuso horário.

A condição não é baseada no tamanho do vôo, mas pela distância transmeridiana viajada (leste-oeste). Um vôo entre Frankfurt e Joanesburgo, a rota está marcada na mesma zona de fuso horário, não causa jet-lag, enquanto um vôo entre Nova Iorque e Los Angeles pode causar.

Também, a Linha Internacional de Data não pode ser cogitada como contribuindo para o jet-lag, uma vez que o máximo possível é de + ou -12 horas de diferença. Uma diferença horária de 20 horas causa apenas 4 horas de jet-lag.

Porém, paradas podem complicar esta aritmética.Outra causa para o jet lag pode também ser várias noitadas seguidas, pois o organismo habitua-se a dormir a uma dada hora e demora-se a recuperar as horas de sono perdidas e o regresso a normalidade.Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jet_lag



Viajantes internacionais devem se vacinar nos postos de saúde.

A partir deste mês, a vacinação de passageiros internacionais será realizada pelos postos de saúde da rede pública municipal. Os postos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em portos, aeroportos e fronteiras, que executavam este tipo de serviço, passarão a funcionar como Centros de Orientação de Viajantes.“Com essa ação, a Agência consolida uma nova etapa da implementação nacional dos Centros de Orientação aos Viajantes”, explica a gerente de Orientação e Controle Sanitário de Viajantes da Anvisa, Karla Baeta.

Nesses Centros, os viajantes podem obter informações sobre os riscos sanitários do país de destino, além das exigências internacionais que devem observar para a viagem, como é o caso do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP).Para finalizar as atividades de vacinação nos postos de vigilância sanitária de portos, aeroportos e fronteiras, a Agência realizou uma série de reuniões técnicas com o Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde.

No âmbito local, as Coordenações reuniram-se com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde para identificar e estabelecer os serviços de vacinação para atendimento de viajantes.“A ampla cobertura dos serviços de vacinação do Sistema Único de Saúde instalados nos municípios e a necessidade de período de antecedência da data da viagem para a vacina conferir proteção garantiram um acordo entre os entes envolvidos para que os Estados e Municípios absorvam esta demanda”, explica Baeta.

A Lei 8080/90 estabelece que as ações de vigilância epidemiológica, incluindo a imunização, devem ser executadas essencialmente pelo Município, podendo ser complementadas pelo Estado e União.A Anvisa já está trabalhando na elaboração de Termos de Cooperação Técnica para que o serviço de vacinação seja realizado pelos Municípios também nas áreas de portos, aeroportos e fronteiras, caso a demanda e a localização estratégica em termos de oportunidade justifiquem.

“Nesses casos, a Anvisa fornecerá o espaço físico, equipamento e material, já existentes das salas de vacinação desativadas, e os Estados e Municípios entrarão com os recursos humanos, imunobiológicos e insumos necessários à atividade”, complementa Baeta.Vacinação obrigatóriaÉ importante que o calendário vacinal esteja em dia. Porém, atualmente, a única vacina que é exigida para viagens internacionais é a vacina contra a febre amarela.

Para isso, é necessário que o viajante vacine-se dez dias antes da data da viagem e observe se o seu cartão de vacina está completamente preenchido e sem rasuras.Para agilizar seu atendimento nos Centros, o viajante poderá realizar seu pré-cadastro no Sispafra e informar-se sobre os cuidados de saúde para tornar a sua viagem mais segura.

Para que Agência emita o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) é necessário:- documento oficial de identificação com foto ou certidão de nascimento para menores de idade. - cartão de vacina com nome, fabricante e lote completo da vacina, data da vacinação, assinatura e nome do vacinador e identificação da unidade de vacinação.

- presença do interessado para assinatura do CIVP no local.

Fonte: http://www.anvisa.gov.br/paf/viajantes/unidades_vacinacao_anvisa.htm


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